Por que falar sobre saúde mental?

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Falar sobre saúde mental se apresenta uma demanda cada vez mais emergente. Estamos vivendo em um momento em que muitas pessoas se encontram adoecidas psicologicamente e hesitam em procurar por ajuda, principalmente pelos estigmas e preconceitos que são criados em torno do cuidado com a saúde mental, pois quando se fala em saúde mental, logo se associa “doença” ou “transtorno” mental.

Deste modo, percebe-se que muitas vezes se é dado uma ênfase maior ao cuidado da saúde física, esquecendo-se do corpo enquanto totalidade, do lado mental e interno.

Há uma busca incessante de olhar para fora e uma evitação de se confrontar com a dor e o sofrimento, até porque é “vergonhoso” assumir que não se está bem.

Vivemos em uma sociedade que cobra por felicidade a todo instante, o que podemos denominar de “positividade tóxica”, não existindo a possibilidade de dar lugar para o sofrimento e de poder valida-lo.

Ainda que a geração atual venha rompendo barreiras e preconceitos em relação ao cuidado à saúde mental, grande parcela da população possui desconhecimento sobre os recursos que podem recorrer.

Segundo pesquisas atuais, os casos de depressão no Brasil quase dobraram e os de estresse e ansiedade aumentaram em 80%, principalmente em decorrência da pandemia.

É importante ressaltar que quando se fala em saúde mental, não se fala em ausência de doença mental, mas sim, a possibilidade de entendimento sobre suas emoções e sentimentos.

O cuidado com a saúde mental ainda é alvo de preconceitos. Comumente julgamos quando alguém busca por ajuda profissional, rotulando-o como “maluco” ou “louco”.

Sempre costumo dizer que admitir reconhecer que precisamos contar com o apoio de um profissional jamais será sinônimo de fraqueza, e sim de coragem para querer enfrentar os seus problemas, até porque problemas todos nós temos, mas quem vai ao psicólogo é quem quer enfrentá-los.

Por isso, cuidar da saúde mental é abrir portas para o autoconhecimento, evitar o adoecimento e criar estratégias de como lidar com as adversidades da vida. Busque por apoios emocionais especializados, por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), bem como outros tipos de apoio (médico e psicológico). Priorize cuidar de você!

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Por Equipe de Conteúdos CEISC

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