O que é necessário para a sua aprovação na 2ª Fase da OAB?

Por:

Nidal Ahmad

É perceptível que, para alcançar a aprovação no Exame da OAB, não basta conhecimento. Essa constatação fica evidente pelo índice geral de reprovação, que gira em torno de 70% a 80%. Ou seja, entre dez candidatos, sete e oito bacharéis não conseguem alcançar a aprovação, por uma série de fatores, que não se restringem à falta de conhecimento ou estudo.

Em outras palavras, a preparação para o Exame da OAB exige estratégia, não só para adquirir o conhecimento necessário, mas também de organização do estudo, que envolve: a) o que estudar; b) como estudar; c) gestão de tempo. Talvez você esteja se questionando: mas e o controle emocional? Sim, porque a maioria dos candidatos atribui a reprovação ao nervosismo. Evidente que o controle emocional é imprescindível para a aprovação (aliás, para qualquer ação da vida), mas você conseguirá ter mais efetividade no domínio das suas emoções e controlar o nervosismo se estiver seguro quanto “ao que estudar”, “como estudar” e “gestão do tempo”. Se conseguir controlar esses três vetores, ficará menos nervoso(a) (entenda: menos nervoso(a), porque esse sentimento lhe acompanhará até o dia da lista definitiva dos aprovados).

Logo, parece-nos elementar, e isso também é fruto de estudo realizado pela equipe do Ceisc, que a principal causa de reprovação, além do nervosismo, consiste na ausência e/ou mau uso da estratégia adequada.

Metodologia Ceisc

A metodologia proposta pelo Ceisc talvez não seja a mais fácil, mas, e falamos isso com a experiência de muitos anos, parece-nos a mais efetiva em proporcionar ao bacharel maior probabilidade de aprovação. A metodologia está centrada em dois pilares básicos: conteúdo e questões. O conteúdo envolve aulas com professores especialistas não só em exame de ordem, mas também com atuação acadêmica, já que todos foram ou são professores universitários, com titulação em mestrado, doutorado e pós-doutorado, além de conteúdo teórico estratégico e esquematizado produzido por esses mesmos professores, contemplando temas cuidadosamente mapeados pela equipe do Ceisc, levando em conta os temas mais cobrados no exame da OAB.

Mas de nada adianta uma metodologia sem que existam ferramentas que proporcionem efetiva organização dos estudos, que devem ser rigorosamente seguidas.  Por isso, a equipe Ceisc elaborou um cronograma de estudos cuidadosamente pensado junto com os professores. Um cronograma efetivo, que proporcione ao bacharel e à bacharela a possibilidade de organizar seus estudos de forma estratégica e equilibrada. Na verdade, são cronogramas de estudos, pois buscam atender às necessidades e possibilidades de cada examinando(a), desde aquele que optou por se preparar com antecedência (é para esses o cronograma 90 dias), até o que, por uma razão ou outra, decidiu iniciar os estudos em período mais próximo da prova (para esse, o cronograma de 60 ou 30 dias). Para cada cronograma, há indicação dos temas relevantes que devem ser estudados.

Há, ainda, a prova propriamente dita. Sim, porque o bacharel também deve saber que há estratégias também para a resolução das questões. Ou seja, como resolver quatro questões discursivas e uma peça prático-processual em cinco horas? E, nesse particular, já adiantamos duas dicas, que ilustramos com detalhamento em nossos cursos.

Dica 1

Cada pergunta do Exame, na segunda fase, é normalmente apresentada com base em um caso hipotético e sobre ele faz-se um questionamento. Analise o caso hipotético com atenção, observando cada elemento do caso (partes, fatos, relação de causalidade, efeito e conflito apresentado). A leitura atenta do caso permite compreender o foco temático da pergunta, que deve ser decifrada com atenção ao que se pede. Responda de forma direta e fundamentada as questões, demonstrando conhecimento jurídico e interpretação das normas legais aplicadas ao caso hipotético. E quanto às peças? Treinar muito as várias possibilidades, a argumentação e a estrutura de cada uma delas. Afinal, tudo conta quando se considera a nota final de cada questão: cuide, então, da estrutura da peça, da fundamentação jurídica e, claro, da expressão, pois uma redação fluida e sequencial é também elemento de demonstração de competências necessárias ao exercício profissional.

Dica 2

Ao resolver questões e elaborar as peças, procure anotar as suas dificuldades, se houver, e reforçar os conhecimentos que você demostra já ter consolidado. A estratégia é sempre treinar a resolução de questões e a redação de peça para que você possa se ambientar com o estilo da prova na segunda fase do Exame e poder estudar, com mais dedicação e foco, aqueles temas que eventualmente você identificar maior dificuldade. Se você perceber alguma insegurança ao resolver as questões, orientamos que busque sanar as dúvidas por meio de aulas, conteúdo explicado em materiais textuais ou até audiovisuais, como videoaulas, podcast etc.

Então, anote: a sua aprovação na segunda fase da prova depende de uma estratégia de estudos que contemple resolução de questões, em seus vários formatos e tipos de peças que podem ser cobradas na prova, e estudo direcionado em cada assunto. Temos certeza de que, se você estiver munido de bons instrumentos e materiais de apoio ao estudo, vai ser possível aprovar e dar aquele soco missioneiro Exame, sinal de que sua força e conhecimento valem sempre a pena.

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